Minha História - Michelle Obama

Minha História - Michelle Obama

Você já se deparou com desafios? Alguma vez já esteve em uma situação ou um lugar em que disseram que aquilo ali não pertencia à você? Se inspire em Michelle Obama, que encarou de frente as batalhas da sociedade e alcançou um lugar de destaque!

Você já se deparou com desafios? Alguma vez já esteve em uma situação ou um lugar em que disseram que aquilo ali não pertencia a você?

Não desista! Entenda que às vezes damos de cara com barreiras que precisam ser quebradas com força e determinação!

Assim foi com Michelle Obama. Uma mulher que saiu de uma realidade próxima a muitos de nós e se tornou a primeira dama mais influente da história dos Estados Unidos da América.

Neste resumo da autobiografia "Minha História", vamos nos conectar à esta história incrível e iremos nos enxergar em muitos pontos de sua vida. Quer saber mais? Venha com a gente, ser inspirado por essa mulher excepcional.

Sobre o livro "Minha História"

"Minha História", entitulada em inglês "Becoming", é uma autobiografia da autora Michelle Obama, publicado em 2018 pela editora Penguin Random House.

O livro ganhou em 2018 o prêmio NAACP Image Award de Melhor Biografia.

A obra compreende 24 capítulos divididos em três partes: A História Começa (onde a autora se dedica aos fatos e aspectos de sua vida enquanto solteira); A Nossa História (em que vamos ver detalhes de sua relação com Barack Obama); e Uma História Maior (onde vamos ver o seu comprometimento com seu país enquanto primeira dama).

Suas memórias detalhadas nesta obra, pretendem revelar como foi seu processo pessoal de ascensão, seus desafios e as emoções que fizeram parte de sua trajetória. Sua narrativa nos inspira a fazer lutar por nossas ambições e crenças.

Sobre a autora Michelle Obama

Michelle LaVaughn Robinson Obama graduou-se pela Universidade de Princeton e pela Harvard Law School, onde adquiriu a formação para o cargo de advogada, profissão que exerceu por bom tempo. Ela também tornou-se uma renomada escritora, sendo sua autobiografia seu maior sucesso até o momento.

Michelle é a esposa do 44º presidente dos Estados Unidos, eleito em 2008 e reeleito em 2012, Barack Obama, e a 44ª primeira-dama dos Estados Unidos, sendo a primeira afro-descendente a ocupar o posto.

Sua presença foi destaque nas campanhas presidenciais e tornou-se um ícone da moda e modelo para as mulheres.

Esse livro é indicado para quem?

A sociedade tende a marginalizar grupos considerados como minorias: mulheres, negros, LGBT's, etc. Desta forma, o livro "Minha História" é indicado para todas as pessoas que pertencem a estes grupos e passam por desafios cotidianos em que suas capacidades são limitadas por preconceitos.

Também indicamos este livro como fonte de pesquisa, para pessoas que estudam política e relações sociais e públicas, sobretudo americanas.

Ideias principais do livro "Minha História"

  • Os movimentos de segregação e integração estadunidenses produziram grandes impacto na vida dos americanos;
  • A política dos EUA é marcada por uma divisão bipolarizada, que exclui e marginaliza grande parte da população;
  • Tudo o que aconteceu na vida da autora e todos que passaram por ela, foram importantes e valiosos na constituição de sua história;
  • Persistir, tentar outra vez, é a chave do sucesso para a autora;
  • Estudar a sociedade em que se vive mostra onde podemos melhorar e criar o mundo que acreditamos ser o melhor;
  • A fé nos seus ideais lhe dá força para lutar, resistir e persistir;
  • Votar e ser ativo politicamente é essencial para a vida de todo cidadão na visão de Michelle Obama.

E aí, preparado para as emoções que este livro tem a oferecer? Então, vamos lá!

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[Resumo do Livro] Minha História - Michelle Obama, PDF

A História Começa

A autora inicia o livro apresentando sua família, discorrendo sobre sua origem, os ensinamentos que formaram sua base e a importância disso tudo para sua vida.

Michelle Obama veio de uma família humilde, com valores que são próximos da realidade de muitos de nós.

Ela cresceu em Chicago (EUA), onde o dilema da questão racial também fazia parte da vida das pessoas.

Podemos ver em Michelle uma pessoa que lembra com clareza dos aprendizados que teve quando criança, como a disciplina e autoridade que aprendera com sua tia Robbie nas aulas de piano.

A vida nos bairros periféricos de sua cidade não era fácil. Era comum sua família fazer simulações em casa para o caso de um incêndio real, nas quais seu irmão Craig se empenhava muito.

Seu pai era delegado distrital do partido democrata e ela ia junto nas visitas aos eleitores desde pequena. Mesmo não achando a atividade mais divertida em sua infância, Michelle a identifica como essencial para seu desenvolvimento social.

Superando a segregação

Suas relações e posturas com familiares eram muito maduras. Ela tinha nítida noção de que seus antecedentes vinham do trabalho árduo, da superação da pobreza e da escravidão.

Em 1970, os EUA passavam por serviços de integração para tentar barrar o processo de segregação vivido na sociedade americana.

Este processo gerou uma luta árdua de escolas localizadas em zonas próximas a guetos quanto a evasão escolar para escolas em bairros mais "tranquilos".

"Gueto" passou a ser uma palavra extremamente temida, e algumas escolas passaram a criar salas para alunos "superdotados e talentosos" como tentativa de causar algum impacto positivo sobre as crianças que ali ainda estudam.

O tempo passou, e no ensino médio Michelle foi estudar em uma escola longe de casa, para onde demorava cerca de 3 horas de ônibus (somando ida e volta). Essa escolha foi tomada principalmente por questões da qualidade do ensino.

Quando pensava sobre a vida acadêmica, Michelle almejava estudar na Universidade de Princeton, onde seu irmão já estudava. Porém, em uma entrevista de adimissão, a autoria admite ter sido tratada com desdém pela entrevistadora, que sugeriu à futura primeira dama que entrasse em uma universidade mais "fácil". Mas Michelle persistiu, ela queria mostrar a si mesma do que era capaz, e para sua satisfação conseguiu o que queria.

Em 1980, a Universidade de Princeton era majoritariamente branca e masculina. Suas colegas de quarto eram brancas e, após um tempo, ela soube que a mãe de uma delas pediu mudança de quarto de sua filha, por questões que ela julga essencialmente raciais.

No decorrer de sua graduação, Michelle conseguiu um emprego de meio período e nutriu um sentimento de "vou mostrar a você" todos os dias. Além disso, ela começou a cuidar de crianças de docentes e funcionários negros da universidade.

Seu curso de formação foi Sociologia e ela se esforçava para não perder o contato com sua família enquanto se dedicava aos estudos.

Michelle conta em "Minha História" que sempre se achou muito ambiciosa. Após ela finalizar seu curso em Princeton, ela entrou em direito na Harvard, mesmo achando o meio acadêmico massacrante.

Ela admirava muito suas realizações, já estava trabalhando em um escritório no prédio que via do ônibus, nas suas longas viagens para a escola quando era adolescente.

Encontrando seu grande amor

Foi neste escritório que ela teve sua primeira troca de experiências com Barack Obama como mentora. Ela cita que de início não se interessou sentimentalmente ou fisicamente por ele, mas aponta que Barack era extremamente sério e dedicado, características que lhe eram muito valorosas.

Aos poucos, Michelle foi se encantando por Barack como profissional e como homem. Ela via nele aspectos muito próximos aos dela. Certa vez, foram assistir "Os Miseráveis", uma peça que a incomodava muito, e quando se deu conta, ele também estava extremamente incomodado e sugeriu que saíssem da peça.

Após este acontecimento, eles deram o primeiro beijo, então ela decidiu que era hora de parar de pensar e começar a viver.

Nossa História

Uma torrente de sentimentos por Barack começou a emergir em seu coração, entre eles: desejo, gratidão, satisfação e admiração.

Ela considerava Barack com seus ideais como um unicórnio: tão extraordinário a ponto de parecer irreal.

Mas como se preocupava muito com o que os outros iriam pensar, ela ainda tinha preocupações sobre o decoro no trabalho.

Ela apreciava o homem por quem vinha se apaixonando, e entendia como a formação e a história dele tinham um papel fundamental nisso. Em suas inúmeras e ricas conversas, ela tinha muitos insights com Barack sobre questões relevantes e diversas.

Para a autora, ele tinha um grande senso de propósito, se tornando o primeiro presidente negro da Harvard Law Review, assunto anunciado pelo New York Time.

Após uma mistura de bons e maus episódios na vida, Michelle começou a se sentir infeliz e insatisfeita em ser advogada. Segundo ela, o que buscava realmente era algo mais ligado aos seus ideais. Quando desabafou isso com sua mãe, ela somente a respondeu:

"Primeiro ganhe dinheiro e depois se preocupe com a sua felicidade".

A autora narra o comovente episódio da morte de seu pai, com apenas 55 anos. Ele relutou muito para ir ao médico desde que começara a sofrer de esclerose múltipla, e quando aceitou, já era tarde.

A autora coloca nas páginas de sua autobiografia todo seu sentimento por seu pai e todos os pensamentos que teve na última visita ao hospital, de amor, carinho e gratidão.

Após o luto, parte importante na vida da autora e de sua família, uma nova oportunidade de trabalho surge: atuar na prefeitura, onde iria se inteirar mais de múltiplas realidades. Segundo Michelle, ali era o lugar do povo, ela iria poder se dedicar mais aos seus ideais como gostaria, mas o salário seria muito menor.

Neste trabalho ela se esforçava para lutar contra uma política que isola e exclui afro americanos.

A vida política

Enquanto isso, Barack começou a atuar no projeto Vote! , onde registrava voto de eleitores em Estados onde havia um baixo comparecimento de minorias às urnas. Michelle pontua a forte convicção de Barack de que o voto tinha poder.

Após algumas dificuldades e embates financeiros, principalmente pela publicação atrasada do primeiro livro de Barack Obama, ela começou um novo trabalho em uma ONG, onde poderia de fato crescer e agir.

Barack concorreu e conquistou o cargo de Senador Estadual em Illinois, mas continuou advogando e dando aulas. Um tempo depois, após já terem se casado, Michelle e Barack tiveram sua primeira filha.

O livro "Minha História" conta quando a nova mãe começou a trabalhar em uma nova função no hospital da Universidade de Chicago. E, em 2001, quando eles tiveram sua segunda filha, a maternidade a colocou em um novo ciclo social.

Ela já estava acostumada com a ausência de Barack, sobretudo nos jantares. Quando ele disputou e ganhou o posto como Senador Federal, a vitória incluiu uma mudança para Washington D. C. .

Obama se tornou o único Senador negro no senado federal e uma especulação jornalística sobre uma possível candidatura à presidência já os rodeavam. Ela assume que, no início, Barack queria concorrer à presidência e ela não. Ela se sentia contra o mundo nesta posição, mas ela só queria proteger o que tinha.

Por fim, acabou apoiando seu marido, pois não achava certo seu egoísmo e acreditava fielmente que ele seria um bom presidente, mesmo não acreditando muito na vitória.

No anúncio da candidatura, Michelle foi incomodada com um pensamento que nutria desde pequena: "será que somos suficientes?".

Ao ver a multidão que se formara para ouvir Barack em um dia extremamente frio no anúncio da candidatura, ela entendeu o significado, a responsabilidade e o comprometimento que estavam firmando ali. Agora, ela queria mais do que tudo fazer valer a pena.

Nas campanhas, Michelle Obama se preocupava em contar para todos sua verdadeira história. Com isso, ela ganhou a admiração de muitos e se conectava pessoalmente com as pessoas.

A questão da raça estava sempre presente. Chegaram a dizer que "negros têm interesses diferentes e contraditórios". Também os acusaram de uma ameaça terrorista.

Quando enfim chegou o dia da votação, Michelle estava muito emocionada, e sentiu este momento como uma mini férias da corrida presidencial de quase 21 meses de campanha.

Ela acreditava, acima de tudo, na importância que a vitória de Barack significaria para a história dos EUA.

Michelle salienta a parceria dos dois em todos os momentos e relata com emoção a vitória, citando como foi importante o trabalho coletivo e a grandiosidade do momento.

Uma História Maior

O papel de primeira dama é indefinido. Cada uma nesta posição realizou algo diferente, mas ela tinha um diferencial. Ela foi a primeira mulher negra a assumir a posição. E como não existia requisitos para o cargo de primeira dama, então ela tinha certa liberdade na escolha de seus projetos.

Michelle traz em "Minha História" detalhes de como era viver na Casa Branca: era uma vida atrativa e gratificante, porém cansativa e desgastante. Morar na Casa Branca era caro e exigia um controle massivo das finanças.

Ela entendia a força de representar uma nação, e de incorporar o modelo de racionalidade, compaixão e estabilidade.

Ela passou a entender melhor sentimentos como a resiliência se envolvendo com contextos complexos. Michelle e Barack se preocupavam em apoiar e promover artistas dentro da Casa Branca.

Michelle elenca os resultados alcançados pelo governo de Barack e coloca isso como marca fundamental.

A recuperação da crise de 2008 ainda não estava completa, mas no geral a opinião pública apoiava muito Barack. A energia das bases era essencial para a visão de democracia de Barack.

O nervosismo da apuração da reeleição era maior, mas eles se viam juntos e fortes para cumprir mais 4 anos.

Para ela, o segundo mandato foi menos difícil, mas muitos ataques por armas de fogo colocavam a política americana em questão.

Ela se mostra extremamente grata pelo processo e enxerga inúmeros progressos, mas entende que isto não apaga o mundo tal como é.

Michelle Obama conta que sentia um orgulho enorme da família toda. No final do mandato, eles apoiaram Hillary Clinton, e abominavam os discursos machistas e sexistas de Donald Trump.

Ela gostaria que mais pessoas tivessem comparecido às urnas para a eleição que elegeu Trump como presidente. Votar e ser ativo politicamente é essencial para a vida de todo cidadão, na visão de Michelle Obama.

O que outros autores dizem a respeito?

Em "Eu sou Malala", a ativista Malala Yousafzai conta a sua incrível história. Ela sofreu atentado contra a própria vida porque defendia o direito de meninas frequentarem escolas e de terem a liberdade de exercer uma função na sociedade.

O livro "Longa Caminhada até a Liberdade", é uma autobiografia do Nelson Mandela. Ele relata, com detalhes, a sua vida, educação e os momentos em que ficou na prisão. Além de dar riqueza de detalhes da sua posse como presidente da África do Sul. Destacando o avanço político e a luta árdua para reconstruir a sociedade segregada do país, fazendo com que ganhasse reconhecimento internacional.

Em "Autobiografia: Minha Vida e Minhas Experiências com a Verdade", Mohandas Gandhi conta a sua história desde a sua criação, sua escolha de profissão, os problemas que enfrentou e como escolheu o caminho da não-violência.

Certo, mas como posso aplicar isso na minha vida?

  • Reflita sobre o mundo que você gostaria de deixar para as gerações futuras e tome atitudes para fazer esse mundo se tornar realidade;
  • Pense se o local em que trabalha ou estuda fornece o desempenho de seus talentos e habilidades, sempre há tempo para mudar;
  • Faça uma lista com lembranças positivas do seu passado, sua história também importa, sua jornada é importante;
  • Estude sobre a sociedade que você vive, se posicione politicamente, exija seus direitos;
  • Ao acordar, agradeça por no mínimo três coisas que você tem, pense sobre o que você ainda não tem e crie planos para alcançar;
  • Acredite nos seus ideais e lute contra todas as barreiras como você é, com sua verdade.

Gostou desse resumo do livro "Minha História"?

E então amigo leitor, o que achou deste resumo? Com qual momento da história da Michelle Obama você sentiu mais familiaridade? Você já passou por situações parecidas?

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