Livro Bitcoin: A Moeda da Era Digital - Fernando Ulrich

Bitcoin: A Moeda da Era Digital - Fernando Ulrich

Descubra como funciona essa inovadora forma de dinheiro, digital, sem rastros e independente de qualquer governo.

Você sabe o que é Bitcoin? Entende o que ela pode fazer no mercado mundial? O autor Fernando Ulrich esclarece em seu livro, Bitcoin: A Moeda da Era Digital”, como essa moeda digital surgiu, seu funcionamento, as vantagens da sua utilização e sua influência econômica no mercado financeiro.

Aprenda, neste PocketBook, uma nova forma de gerar renda e aumentar a lucratividade, através dessa inovação tecnológica livre e independente.

Ficou curioso? Então vem com a gente!

O livro “Bitcoin: A Moeda da Era Digital”

A obra “Bitcoin: A Moeda da Era Digital”, escrita por Fernando Ulrich, é composta por 106 páginas e 6 excelentes e esclarecedores capítulos, os quais farão você adentrar de vez no universo corporativo dos negócios.

Quem é Fernando Ulrich?

Fernando Ulrich é um economista com vasta experiência no mercado financeiro e imobiliário brasileiro. É um dos maiores especialistas do Brasil quando o assunto são criptomoedas.

É mestre em Economia da Escola Austríaca, foi um dos economistas chefe na XP Investimentos e possui grande conhecimento sobre teoria monetária e tecnologia financeira.

Além disso, ele mantém um blog no portal InfoMoney chamado “Moeda na era digital” onde aborda melhor a questão do Bitcoin e das criptomoedas.

Para quem é indicada a leitura de “Bitcoin: A Moeda da Era Digital”?

Bitcoin: A Moeda da Era Digital” é direcionado para empresários que desejam ampliar sua visão de negócios e conhecer formas inovadoras de investimento, assim como curiosos e interessados em entrar na onda do mercado da era digital.

Quais são os pontos principais de “Bitcoin: A Moeda da Era Digital”?

O autor Fernando Ulrich destaca pontos fundamentais norteadores da inovação, do conhecimento sobre fenômenos monetários e liberdade de negócio.

Dentre eles, podemos citar:

  • Aprenda como o Bitcoin pode funcionar como uma moeda revolucionária;
  • A Bitcoin diminui os custos de transação e é um excelente atrativo para os negócios;
  • Perda de privacidade financeira? Entenda o que é isso;
  • Teoria econômica x Bitcoin. Compreenda essa disparidade econômica;
  • O Bitcoin é um bem econômico? 
  • A eletricidade e a internet não são um problema para o bom funcionamento do Bitcoin;
  • A liberdade monetária assegurada pelo Bitcoin pode ser o segredo para uma vida próspera e vitoriosa;
  • Entenda a divergência entre o crescimento do Bitcoin e a ação dos governos atuais.

Pronto para aprender ainda mais sobre o universo dos negócios e a moeda da era digital?

Então continue a leitura!

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[Resumo do Livro] Bitcoin: A Moeda da Era Digital - Fernando Ulrich, PDF

O que é Bitcoin?

Se formos viajar um pouco pela história e entender o surgimento da moeda, podemos encontrar algumas informações importantes para o entendimento do conceito de Bitcoin.

Antigamente, antes do surgimento da moeda, o comércio era realizado por meio de trocas de mercadorias. Essa troca é chamada de escambo.

Com o aumento populacional, surgiu então a necessidade da invenção de um objeto que identificasse a economia na qual poderiam ser feitos acordos comerciais.

O ouro e a prata cumpriam então essa função monetária que, posteriormente, funcionou muito bem como massa de manobra dos governos.

No início do século XX, os governos nacionalizaram sua própria moeda.

Tudo bem, mas o que isso tudo tem a ver com o Bitcoin?

Com o avanço tecnológico e a era da independência de mercado, é válido que seja criada uma moeda internacional emergente, portátil, incorpórea e que exista muito além do controle governamental.

O autor Fernando Ulrich explica em seu livro “Bitcoin: A Moeda da Era Digital” que o Bitcoin é uma moeda digital e totalmente descentralizada. Tem a presença de um registro histórico na qual os usuários têm acesso às transações realizadas e assim controlam para que não haja gastos duplos, por exemplo.

Entenda também que o Bitcoin é uma rede de pagamentos em que não há presença de terceiros, e ao mesmo tempo, refere-se a uma moeda que não tem origem no ouro. Sendo, portanto, uma moeda virtual!

Qual é o lado positivo?

São inúmeros os benefícios que obtemos ao usar o Bitcoin como uma rede de pagamentos. Podemos citar:

  • Operações mais baratas. Logo, mais favorável não apenas para empresas que enfrentam algum problema financeiro, como também possibilitam as transações serem diretas;
  • Menores taxas de transferência de fundos. Sendo assim, muito mais favorável e lucrativa;
  • Abre o entendimento para novas formas de pensar financeiramente. Com o Bitcoin podem ser feitas além de transferência de valores, transferência de ações, por exemplo.

Quais foram os principais motivos para o surgimento do Bitcoin?

Estamos longe do chamado Padrão-Ouro em que vivíamos algum tempo atrás.

Os metais preciosos, ouro e prata, já não são padrão nenhum de comércio, pelo simples fato de não sustentarem o comportamento inflacionista causado pelos governos.

A impressão desenfreada de dinheiro, o início da crise e a chegada da inflação foram pontos primordiais para o pensamento dessa nova ideia.

O sistema bancário aliado ao governo, instável e a população sem o controle do próprio dinheiro foram pontos que favoreceram o início do Bitcoin.

Entenda que ele é o início de duas tecnologias: o banco de dados e a criptografia.

Mas como podemos compreender isso?

Repare que a arquitetura de redes é totalmente diferenciada. Lembra que falamos da questão da descentralização?

Pois bem, segundo o autor Fernando Ulrich, existe a possibilidade de compartilhamento de informações sem a necessidade da presença de um servidor central e é conhecida como rede “peer to peer”.

A criptografia surgiu há muitos anos atrás. É também conhecida como escrita secreta e é uma forma de codificar dados de modo que não possam ser lidos, garantindo assim, segurança, autenticidade e veracidade das informações dos usuários.

Afinal, os bitcoins são úteis?

Discutir utilidade é algo desnecessário. Vamos te explicar o porquê

Primeiramente, a utilidade tem a ver com o bem-estar adquirido, e depois remete às escolhas e necessidades pessoais de cada um.

No caso em questão, a análise do Bitcoin varia desde o desejo de testar a criptografia, transferência dessa moeda digital por meio da comercialização de algo ou simplesmente um desejo de conhecer a plataforma.

O que precisamos entender é que para que algo seja determinado como um modelo de troca, antes é preciso que seja reconhecido como consumo direto e posteriormente seja alcançado o fim pré determinado.

E é esse fim, esse destino e escolha que é algo próprio de cada indivíduo.

Durante a obra, o autor explica algumas teorias e, entre elas, está a Teoria do Dinheiro e da Moeda Fiduciária. Ele diz que é impossível algo ter valor de dinheiro se antes foi um meio de troca.

Esse valor de mercadoria, pode também ser explicado como valor de uso.

E há uma referência com a moeda digital, já que, no início quando foi utilizada não foi tida como meio de troca, e sim como uma estratégia de satisfação de uma necessidade.

Seria então um indício que aponta para a fixação do Bitcoin como a moeda do futuro?

Fica aí a reflexão.

O que são as moedas perceptíveis?

Se você parar para pensar, quais foram os meios de troca mais comuns que existiram na humanidade?

De uma maneira superficial podemos lembrar facilmente do sal, açúcar, gado, ouro, até o atual recurso que são as cédulas.

Acontece que com a criação dos bancos, os usuários começaram a utilizar os serviços, de maneira tal, que podem ser feitas transações sem a necessidade de contato com as cédulas reais.

Isso pode ser explicado por meio de depósitos e cheques, por exemplo.

Fernando Ulrich define como moedas tangíveis e intangíveis. Ele relata que a intangibilidade do Bitcoin foi usada pelos economistas como um empecilho para o crescimento dessa moeda digital.

Porém, o que o autor destaca é que ela não é a primeira moeda intangível. Se formos pensar em um viés específico, os bancos trabalham também com reservas fracionárias.

Esse tipo de reserva é proveniente dos depósitos feitos e que não foram resgatados em espécie. Consequentemente, pode haver uma expansão de crédito de acordo com o registro contábil. É uma forma de moeda escritural, ou seja, intangível.

Então, se é uma característica já existente, qual a diferença?

A diferença é que essa moeda digital tão citada neste resumo de “Bitcoin: A Moeda da Era Digital”, não é vulnerável como a citada acima, pelo simples fato de não estar sob controle de bancos e afins.

Ela é uma moeda autônoma e com uma função essencial: preservar o poder de compra e não “corroer”, como os bancos fazem com a moeda escritural.

Eis a diferença.

Quais as vantagens e desvantagens da moeda digital?

O Bitcoin pode ser considerado uma “quase moeda” ou um “meio de troca secundário”.

Mas por que com todas essas características, as quais já conhecemos, ainda não pode ser considerada dinheiro?

Bem, existem três características principais que precisam ser avaliadas para que um meio de troca seja considerado dinheiro:

  • Liquidez;
  • Reserva de valor;
  • Custos de transação.

Conforme explicado por Ulrich, a liquidez é a capacidade de um meio de troca se tornar dinheiro, isto é, um meio de troca universalmente aceito.

A reserva de valor pode ser entendida como o poder de compra ou o método de medir a riqueza.

Já os custos de transação são despesas cobradas com alguma operação.

Analisando as características individualmente, podemos observar o Bitcoin e entender que apresenta vantagens e desvantagens que o fazem ser reconhecido como moeda.

A liquidez da moeda digital é diminuta. Isso acontece pelo simples fato que não é utilizada e reconhecida frente às demais.

A reserva de valor é contida, isto é, não se pode fazer moeda digital como se faz a moeda atual.

E, por sua vez, os custos de transação. Estes, são totalmente vantajosos, já que não há fronteiras políticas e territoriais, dando muito mais autonomia para o controle individual dos usuários.

Portanto, o Bitcoin, é passível de se tornar moeda no futuro, dependendo mais da aceitação do público para transpor as barreiras das moedas fiduciárias já existentes.

E nos quesitos durabilidade e divisibilidade?

A moeda digital apresenta esses aspectos.

O autor Fernando Ulrich explica que em comparação com o ouro ou o papel-moeda, a moeda digital está muito à frente, já que a internet é o fator fundamental para o seu uso.

E no que tange a divisibilidade, comparando com as moedas em questão, o ouro é divisível, já o papel-moeda não apresenta essa característica. Uma vez que cada célula apresenta um valor próprio.

Pautando as características abordadas no livro “Bitcoin: A Moeda da Era Digital” podemos destacar o Bitcoin da seguinte forma:

  • Uniforme;
  • Durável; 
  • Divisível; 
  • Intangível.

E versátil, por que não?

E a crítica continua…

Sabemos que tanto pessoas quanto ideias, produtos, projetos são sujeitos às críticas, divergências e opiniões céticas a respeito do bom funcionamento.

Pois bem, não poderia ser diferente com o Bitcoin. Dentre os argumentos, podemos citar:

Problemas da eletricidade e internet

A internet faz parte do nosso dia a dia, assim como a eletricidade. Sendo assim, elas não podem ser levadas em consideração e usadas como ponto de desvantagem frente ao funcionamento da moeda digital.

Poderíamos pensar hipoteticamente que seria uma adversidade, caso a internet e a eletricidade fossem criadas para a performance direta do Bitcoin, mas não é o que acontece.

Os céticos também levantam a possibilidade da rede ser hackeada, porém não estão levando em consideração a segurança no que diz respeito a abertura do código-fonte a qualquer pessoa que queira ter acesso.

Outra característica é a transparência, ou seja, as transações podem ser acompanhadas junto ao sistema. Logo, segundo o autor Fernando Ulrich, a internet e a eletricidade não podem ser citadas como um empecilho para o avanço desse sistema.

Bitcoin é uma nova ferramenta para moeda fiduciária

Entenda que isso é uma falácia, pelo fato de que a moeda digital já é uma moeda.

E, consequentemente, pode ser usado como meio de pagamento ou até mesmo um método de “fuga” do modelo vigente de moeda fiduciária.

Compreende isso? Então, não faz sentido buscar um novo modelo apenas como passaporte para o método já estabelecido e conhecido mundialmente.

Competição dos altcoins

Inicialmente, nos responda: Você sabe o que são altcoins?

De acordo com o livro, podem ser chamadas de moedas alternativas e ter várias finalidades, que vão desde modificações no sistema do Bitcoin até scams, ou cópias diretas, da moeda digital em questão.

Compreenda que apesar de existir essa hipótese, o Bitcoin já está a frente por ser mais conhecido, por ter os custos de transações mais baixos e por destacar todas as características já apresentadas.

O que de fato importa, é a necessidade de compreensão das pessoas que se interessam pelo tema e pelo uso da moeda, de que essa moeda digital não veio para dissipar as moedas fiduciárias.

O autor deixa claro no decorrer da obra, que ela, de maneira nenhuma, é excludente e sim complementar.

Apesar de ser muito cedo para dizer se as outras moedas vão chegar ao fim, o que de fato ele acredita, é que as criptomoedas são um forte indício do avanço da tecnologia. Sendo assim, há grandes possibilidades de migração das fiduciárias para a digital.

Apesar de existirem barreiras no campo legal, regulatório e que haja constantes críticas dos céticos ao entorno do Bitcoin, o que também não pode ser negado são as características vantajosas e inúmeras possibilidades de que ele venha para ficar.

Outros livros sobre investimentos e finanças

Para a autora do livro “Idiotices que Pessoas Inteligentes Fazem com o Próprio Dinheiro”, Jill Schlesinger, as pessoas não devem investir seu dinheiro naquilo que elas não conhecem. Deve-se ter um bom planejamento e um conhecimento aprofundado de onde vão investir e que faça sentido para o seu propósito de vida.

Em “O Investidor Inteligente”, Benjamin Graham explica como investir em ações e as características de um investidor que sabe jogar na bolsa de valores: disciplina e consistência.

Para finalizar, o livro “Inabalável”, de Tony Robbins, dá um conselho valioso: se você não tiver cuidado, os impostos podem eliminar facilmente 30% ou mais de seus retornos sobre os investimentos. Por isso, é importante prestar atenção somente no montante líquido que você, de fato, vai conseguir manter.

Todos os bilionários que o autor Fernando Ulrich conheceu têm uma característica em comum: eles e seus consultores são realmente inteligentes nesse tema dos impostos.

Como posso aplicar o conteúdo de “Bitcoin: A Moeda da Era Digital”?

O livro “Bitcoin: A Moeda da Era Digital” dá dicas que você pode aplicar de diversas maneiras. Entre elas, podemos citar:

  • Aprender sobre o Bitcoin é aprender tecnologia. Entender que ela é uma forma de dinheiro que você pode utilizar para inúmeras transações online;
  • Nunca é tarde para aprender sobre economia. Estar antenado no que se refere a depósitos, operações, taxas, vai te deixar a frente do mercado e aquém da concorrência;
  • Ensinamentos sobre a liberdade que essa moeda digital garante. Assim, garanta também a sua liberdade, invista em você, em seu negócio;
  • Entender que nesse sistema não há terceirizado. Você é seu banco e precisa aprenda, de uma vez por todas, que há a possibilidade de operações além da instituição financeira que você frequenta;
  • Não tenha medo de explorar o desconhecido. Aprenda que é necessário estudar as características daquilo que desejamos. Mas, se isso se refere a moeda digital, entenda que ela é segura e o compartilhamento do livro-razão garante fidedignidade ao sistema;
  • Aprenda a não ser cético mediante as inovações. Esteja aberto ao novo. Pois, o verdadeiro visionário necessita enxergar o oásis mesmo em meio ao deserto e soluções mesmo em meio aos piores obstáculos.

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