A Incrível Viagem de Shackleton resumo em PDF

A Incrível Viagem de Shackleton - Alfred Lansing

E quando tudo dá errado e se põem contra seu objetivo, você se rende ou luta? Venha descobrir como o comandante Shackleton e seus tripulantes triunfaram contra as forças mais imprevisíveis do mundo, as da natureza!

Quando um plano perfeitamente calculado sai do controle e toma vida própria, o medo e insegurança dominam nossos pensamentos sem pedir licença. E então o que fazemos? Cedemos ou prevalecemos?

“A Incrível Viagem de Shackleton” é a história real do fracasso da Expedição Transantártica Imperial liderada por Sir Ernest Shackleton, em sua tentativa de atravessar o continente antártico em 1914.

O livro serve como um lembrete de que  a força de um grupo, mesmo com suas imperfeições, podem se complementar e se desdobrar diante de imprevistos.

Esses contos, fábulas e histórias fazem parte da construção do ser humano, tomamos exemplos fictícios e reais para analisar e aprender com grandes passos tomados anteriormente. Não será diferente desta vez, resta então saber o que podemos aprender com esta história? Venha descobrir!

O livro “A Incrível Viagem de Shackleton”

Este livro tem diversas edições datadas desde 1959, possuem documentários e biografias esplendorosas sobre esse momento de perseverança e coragem da história. Dividido em 7 partes com 320 páginas, “Endurance: Shackleton's Incredible Voyage” - título original - é um dos mais vendidos em sua categoria.

Trazendo diálogos reais e escritas de diários tanto do comandante como dos marinheiros, pesquisadores e tripulantes no geral, temos em mãos não uma fórmula de sucesso, mas sim a demonstração real de imperfeições e trabalho em grupo, onde a confiança se mostrou essencial para a sobrevivência de todos.

Quem é o autor Alfred Lansing?

Formado em jornalismo pela Northwestern University, Alfred Lansing é um autor e escritor estadunidense, conhecido primordialmente pela escrita do livro que narra a trajetória do navio Endurance e o destino que aguardavam aqueles embarcados .

Por que ler “A Incrível Viagem de Shackleton”?

Às vezes tudo que necessitamos é escutar ou neste caso ler, a história de alguém para que nos motivar, este livro está aqui justamente para isso, ao acompanhar a caminhada dessas 28 pessoas, podemos perceber chaves importantes que se aplicam em diversos âmbitos de nossas vidas

Portanto, se você se sente empacado com seus problemas, não tem mais a motivação inicial para algum projeto da sua vida, aqui com certeza encontrará um mar da mesma insegurança e medo que foram não apenas controlados, mas triunfador com perseverança e confiança.

Principais pontos de “A Incrível Viagem de Shackleton”

  • A vontade de perseguir seus sonhos;
  • Os empecilhos que acontecem no caminho e o diferencial de cada indivíduo;
  • O papel de um líder com o trabalho em grupo e a criação de confiança;
  • O medo e como enfrentá-lo;
  • A luta da perseverança.

E quando o planejamento falha, o que fazer?

Para todo início de projeto arquitetamos os mínimos detalhes, na medida do possível, porém quando o feito é algo nunca conquistado antes, os riscos e imprevisibilidade aumentam imensamente. Contudo, sempre deve haver a primeira vez e nossa história começa de maneira promissora e bem-preparada:

  • Tripulação: 27 homens, possuindo diversas qualificações: marinheiros, cientistas, cartógrafos, cinemógrafos e mais.
  • Comandante: Sir Ernest Shackleton, um navegador experiente na área e no trajeto a ser traçado.
  • Objetivo: Cruzar o continente antártico, por terra, de oeste para leste.
  • Preparativos: Um navio qualificado (Endurance), suprimentos extra dentro do navio e reservas em caso de emergência em um ponto específico do trajeto, cães para puxar o trenó, diversos especialistas para qualquer necessidade.

Parte por ambição, parte pelo desejo de aventura, o Endurance viajou com pessoas muito capazes e um planejamento detalhado sobre a duração da expedição e prováveis atrasos. Mas como já sabemos, nada é tão fácil, e não estaríamos aqui contando uma história de superação se tudo ocorresse conforme o previsto.

A área passava por um dos momentos mais frios datados até então, banquisas espessas se formavam e impediam o avanço da jornada. Contudo, o pior ainda estava por vir, estes pedaços de gelo eventualmente prenderam o navio de vez, impossibilitando qualquer movimentação.

Localizados no centro do mar de Weddell, onde posto avançado mais próximo que conheciam estava a 1.900 quilômetros de distância. Estamos falando de grandes blocos de gelo que se movimentam a partir do vento, então choque entre elas era algo mais que normal, não para o Endurance.

A tripulação teve ainda momentos de esperança, pois esperavam que em algum momento o gelo descongelasse e poderiam zarpar novamente. No entando, não imaginavam passar 9 meses nestas condições e mais muitos meses presos nas banquisas.

Sobreviver era indispensável para eles e muito mais que isso, se manter são era uma prioridade! Porém, vemos claramente como o desespero provém da falta de organização.

Apesar de péssimas condições, Shackleton sabia que cada homem era extremamente útil e importante para chegarem de volta ao porto, assim denominou tarefas específicas de abastecimento e treinamento dos cães, isso ocupava a mente de todos que confiavam no líder e sabiam ser uma questão de tempo até voltarem a zarpar.

Como ser um líder para alcançar o bem comum?

Vemos então no meio da nossa história um segundo fator muito importante: o líder! Muitos teriam desistido depois de um tempo, ou deixado as responsabilidades depois que vissem como as coisas deram errado, mas esse não era Shackleton.

“Para a liderança científica, o melhor é Scott; para viajar depressa e com eficiência, Amundsen; mas quando você está numa situação perdida, quando parece que não há mais saída, ponha-se de joelhos e peça a Deus que seu chefe seja Shackleton. Foi esse o homem que cultivou a ideia de atravessar o continente antártico – a pé.”

Vendo que ações precisavam ser tomadas para que a desordem não proliferasse e acabasse com a chances de sobrevivência, foi decidido acampar nas banquisas e esperar que com o movimento do vento ajudasse a achar aberturas no mar e soltar seus 3 barcos em busca de ajuda.

Shackleton exigia tratamento igual para todos, inclusive para si, e criou um ambiente harmônico e de confiança, mesmo para aqueles que viam o orgulho por vezes falar mais alto em algumas decisões e achavam insana sua ideia de andar nas crostas de gelo em busca de uma aproximação com terra firme.

Encontraram muitos desafios no caminho, isto é fato, rachaduras no gelo, feridas, comida escassa, sede e muito mais. Porém, todos trabalham um pelo outro, mesmo diante dos sacrifícios caninos que eventualmente aconteceram, ninguém enlouqueceu, pois havia uma integração de equipe e uma liderança inabalável.

É possível superar o medo?

As rachaduras no gelo demoraram, mas chegaram a acontecer e só assim puderam pisar numa ilha remota chamada Elephant,muitos não tinham mais a capacidade de continuar e o risco de navegarem em conjunto seria enorme, então foi decidido que 5 homens partiriam para a Geórgia do Sul em busca de ajuda.

Nesta etapa existem 2 sentimentos cruciais: o medo e a confiança. Medo de não conseguirem sobreviver, medo da solidão, medo do próprio medo e a confiança não apenas em si, mas no outro, naquelas 5 pessoas de quem dependiam todos seus esforços.

Essas são duas emoções extremamente poderosas e quando mal direcionadas podem derrotar toda uma equipe, mas quando bem aplicadas geram coragem e esperança para não desistirem. Sendo a última mencionada  a maneira que todos abordaram suas emoções.

“Aprendi que a coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas o que conquista esse medo.” - Nelson Mandela

A viagem dos 5 tripulantes demorou muito mais do que o previsto, além de mal conseguirem se localizar devido a neblinas, eles se depararam com um mar violento e ao chegar na ilha, sair do barco sem que ele se quebrasse foi ainda mais difícil. No dia 10 de maio de 1916 pisaram na ilha da qual saíram 522 dias antes.

Exaustos e sem meios para prosseguir navegando, Shackleton mais uma vez teve uma decisão difícil a tomar, teriam que atravessar a ilha a pé. Por mar seria uma viagem de mais de 200 quilômetros por terra seria 45.

Então, dividiram-se mais uma vez e 3 dos 5, incluindo o comandante, saíram para Leith Harbour que ficava na parte sul da ilha. O caminho era ardiloso e tiveram que voltar o trajeto percorrido diversas vezes devido ao frio extremo ou pelo terreno montanhoso. Mas sabiam que desistir não era uma opção!

Depois de alguns dias chegaram e conseguiram pedir ajuda aos trabalhadores locais, em junto a comemorações a ansiedade também se encaixava, pois ainda haviam de voltar para buscar o resto da tripulação na ilha Elephant. Este processo demorou cerca de 3 meses devido às banquisas que impediam a sua chegada.

Houveram três tentativas falhas de resgatá-los, um turbilhão de sentimentos tanto do capitão, com sentimento de responsabilidade, como também dos que ficaram ansiosos e esperançosos pelo dia que sairiam de lá.

No final de agosto, conseguiram não o objetivo inicial da viagem, na verdade, obtiveram muito mais que isso, descobriram dentro de si uma vontade de viver e habilidades que nunca imaginaram antes, eles conseguiram salvar a si mesmos e a todos! Às vezes nossas conquistas estão além daquilo idealizado inicialmente.

Mais livros motivacionais e biografias

O “Cavaleiro Preso na Armadura” de Robert Fischer, traz a realidade do medo, como ele pode impedir de realizarmos grandes feitos e como podemos contorná-lo.

No livro “A Coragem de Ser Imperfeitode Brené Brown, vemos mais uma vez o medo como meio de aprisionamento e como podemos nos desprender desse sentimento.

Por fim, conheça a história de “Leonardo da Vinci” de Walter Isaacson, mostrando a verdade nua e crua de um gênio idolatrado com a sua realidade. Assim como aconteceu com a viagem de Shackleton, a realidade por trás dos feitos fantásticos mostra que, ao fim e ao cabo, somos todas capazes de coisas grandiosas.

O que posso levar comigo dessa história?

  • Reflita sobre o que é mais importante, seus medos ou seus objetivos;
  • O impossível às vezes é possível, por isso mire alto e não tenha medo de se reerguer se preciso;
  • Tenha pessoas ao lado com quem possa contar e elas em você;
  • Juntos somos mais fortes, por isso cultive confiança e respeito entre seus grupos de trabalho ou de amizades;
  • Você é responsável pela atmosfera que você gera, então seja um agregador não um aproveitador.

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Além disso, se você deseja conhecer na íntegra essa história, adquira a obra completa clicando na capa do livro abaixo:

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