SPRINT - Jake Knapp

Descubra como inovar e validar uma ideia testando-a em apenas cinco dias! Use essa poderosa ferramenta ao seu favor e seja capaz de visualizar qual será a reação dos seus clientes, no futuro, diante de possíveis investimentos.

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A grande ideia desse resumo do livro “SPRINT é construir e testar um protótipo em apenas cinco dias através do modelo sprint. É como dar um salto no futuro para ver a reação dos clientes antes de investir tanto tempo e dinheiro na construção de um produto de verdade.

Cada sprint começa com um grande desafio, uma equipe de sete pessoas (ou menos) e uma agenda sem compromissos. Alguns exemplos de integrantes são:

 

1. Definidor;

2. Especialista em finanças;

3. Especialista em marketing;

4. Especialista no consumidor;

5. Especialista em tecnologia/logística;

6. Especialista em design.

Então continua com a gente pra você entender melhor sobre como aplicar o conceito sprint na sua empresa.

 

Sobre o livro “SPRINT

  

Sprint”, lançado em 2017, foi escrito por Jake Knapp, John Zeratsky e Braden Kowitz. Best-seller do The Wall Street Journal e do The New York Times, essa obra lhe mostrará como tirar suas ideias do papel de uma maneira simples, fácil e em apenas cinco dias. 

 

Sobre os autores Jake Knapp, John Zeratsky e Braden Kowitz

 

Jake Knapp é o inventor do método sprint. Designer, atualmente faz parte do Google Ventures e direcionou sprints nas startups mais promissoras nos últimos tempos. Antes, trabalhou no Google e coordenou sprints que acabaram na criação e no desenvolvimentos de produtos como o Google X e o Gmail.

John Zeratsky foi dirigente de design no YouTube e trabalhou na FeedBurner, empresa comprada pelo Google em 2007, antes de entrar para o Google Ventures. John é escritor no The Wall Street Journal, na Fast Company e na Wired.

Braden Kowitz é o criador da equipe de design do Google Ventures. Participou de várias startups na criação de produtos, em recrutamentos e no crescimento da cultura de equipes.  

 

Esse livro é indicado para quem?

 

Para Ev Williams, fundador do Twitter:

 “Se você quer criar produtos melhores e mais rapidamente, leia este livro e faça o que eles dizem”.

Charles Duhigg, autor de “O Poder do Hábito”, diz que Sprint é: 


Um método poderoso para desenvolver ideias, resolver problemas, testar soluções e descobrir quais são aqueles pequenos hábitos corretos que fazem com que tudo funcione perfeitamente”.

Outra pessoa que recomenda essa obra é Beth Comstock, vice-presidente do Conselho da General Electric:


O genial em Sprint é que o livro esmiúça passo a passo o processo de buscar soluções para problemas importantes e realizá-las com prontidão e agilidade”.

 

 Ideias principais do livro “SPRINT

  

  • Em vez de pular direto para soluções, mapeie com calma o problema e defina um alvo inicial com a equipe. Comece devagar para ir rápido”;
  • Em vez de gritar ideias na multidão, trabalhe de forma independente para criar esboços detalhados de possíveis soluções. O brainstorming é problemático e há um caminho melhor”;
  • Em vez de debates abstratos e reuniões intermináveis, use a votação e eleja um Definidor para tomar decisões rápidas que reflitam as prioridades da equipe. É a sabedoria do grupo sem os perigos do groupthink”;
  • Em vez de definir todos os detalhes antes de testar sua solução, crie um protótipo. Adote a "mentalidade do protótipo" para poder aprender rápido”;
  • Em vez de supor e esperar que esteja no caminho certo (enquanto investe montanhas de dinheiro e meses em suas ideias), teste o protótipo com clientes de seu público-alvo e registre as opiniões sinceras deles”.

 

Faça o Download do Resumo do Livro "SPRINT" em PDF grátis

 

Está sem tempo para ler agora? Então faça o download gratuito do PDF e leia onde e quando quiser:

 

[Resumo do Livro] SPRINT - Jake Knapp, John Zeratsky, Branden Kowitz, PDF

Iniciando a sprint: “Segunda-feira”

 

Para começar, a equipe deve se questionar: “Qual a razão de estarmos executando este projeto? Onde pretendemos chegar em seis meses, um ano ou até cinco anos?” Aqui, deve ser definido um objetivo a longo prazo.

Conversem até chegarem a uma conclusão. Não se preocupe com o tempo, pois confiança em um objetivo claro é essencial.

Outro ponto importante nessa etapa é ser pessimista. Procure responder: “Como e onde podemos falhar? Quais ocasiões podem dar errado? O que levou a equipe a cometer um erro?

O próximo passo é construir um mapa. Ele irá representar de maneira simples informações complexas sobre o projeto. Para criar o mapa, você pode utilizar o mesmo quadro que escreveu o objetivo.

Então, mãos à obra:

 

  • Liste os atores (do lado esquerdo) - normalmente, os “atores” são os tipos de clientes. Mas pode ser sua equipe de venda ou um órgão do governo. Todos os “atores” devem ser listados;
  • Escreva o fim (do lado direito) - o final pode ser uma entrega ou uma compra. Por exemplo, o fim da rota da empresa Flatiron era o tratamento, o da Savioke terminava com uma entrega e o da Blue Bottle Coffee com a compra de café;
  • Palavras e setas no meio - Use setas, palavras e caixas. O mapa deve ser funcional, não uma obra de arte;
  • Não complique - Limite seu mapa a cinco fases. Caso tenha mais que isso, está muito complexo;
  • Peça ajuda - Durante o processo de criação do mapa, pergunte aos integrantes da equipe: “O mapa parece correto para vocês?”.

 

Reserve de trinta a sessenta minutos para fazer o primeiro esboço do mapa. Não se preocupe, dificilmente a primeira tentativa será a definitiva. Faça correções quando necessário.

 

Soluções: Terça-feira

 

A terça-feira é o dia das soluções. Todos farão desenhos seguindo um “processo de quatro passos” que dá lugar ao pensamento analítico em vez do artístico.

Então, vamos aos desenhos. O “esboço em quatro etapas” consiste em:

 

1. Anotações

Tome nota de tudo que lhe parecer relevante. Não se preocupe com novas ideias nem com a organização delas. Tudo que você anotar é apenas para você. A equipe terá vinte minutos nessa atividade;

2. Ideias

 

A partir das anotações, cada pessoa escreverá ideias rudimentares, fazendo desenhos, diagramas, e títulos experimentais. Mais vinte minutos nessa etapa;

3. Crazy 8s

 

Essa é uma atividade acelerada. Pegue uma folha A4 e dobre-a três vezes ao meio para ficar com oito partes. Em cada uma das partes você deve colocar uma de suas melhores ideias, totalizando 8 ideias no final. Reserve oito minutos para essa atividade;

 

4. Esboço da solução

Esse esboço será analisado e julgado por todos os integrantes. Logo, precisa ter mais detalhes e ser mais fácil de entender. Independente da forma que deseja fazer, tenha em mente que ele deve ser autoexplicativo e anônimo. Dê importância às palavras e use um título marcante. Essa atividade deve ser feita em, no mínimo, trinta minutos.

Ok, prepare o papel. Os esboços da solução estão preparados para decolar.

 

Avaliações: Quarta-feira

 

Os integrantes deverão avaliar cada solução e escolher qual delas terá maior chance de alcançar seu objetivo de longo prazo.

A seguir, a equipe pegará os melhores para organizá-los em um “storyboard”: um plano para o protótipo elaborado em um passo a passo.

Esse storyboard terá quinze painéis, ou mais, todos corretamente interligados em uma história racional. Você vai monta-la imaginando o protótipo finalizado. Dessa forma, será capaz de verificar problemas antes do protótipo ser criado.

Segundo os autores, antes de iniciarmos, “alguém precisa ser o ‘artista’ do storyboard. No caso, o ‘artista’ será apenas alguém disposto a escrever muito no quadro branco.”

A primeira caixa da sua história, ou seja, a sua cena de abertura, deve ser como os clientes descobrem que sua empresa existe. Onde eles estão e o que estão fazendo antes de usar seu produto? Alguns exemplos são: busca na web, aplicativos, redes sociais e anúncios.

O próximo passo é continuar preenchendo o quadro, como se fosse uma revista em quadrinhos. Existem algumas dicas para lhe ajudar:

 

  • Resista à vontade de inventar novas ideias, pois elas surgirão;
  • Não é preciso que cada parte seja perfeita. Coloque no quadro apenas o essencial;
  • Tente manter a história próxima de quinze minutos. 

 

Após concluir o storyboard, a parte mais difícil da sprint terá acabado. É aqui que a quarta-feira termina.

 

Montar o protótipo: Quinta-feira

 

Esse é o dia de tirar as ideias do papel, ou seja, fazer o protótipo. A equipe precisará mudar de filosofia, provisoriamente. No lugar de perfeito será suficiente, em vez de qualidade a longo prazo teremos a simulação temporária.

Para conseguir fazer essa mudança, os autores sugerem que você tenha quatro princípios em mente, a chamada “mentalidade do protótipo”:

 

1. “Você pode fazer um protótipo de qualquer coisa”;

2. “Protótipos são descartáveis”;

3. “Construa o bastante para aprender, e só”;

4. “O protótipo deve parecer real”.

 

Na sexta, seu foco estará nas reações dos clientes, então, se lhes mostrar algo fraco, como um molde de papel, eles passarão para o modo feedback. Eles tentarão ajudar e começarão a dar sugestões. O que não valerá muito. Seu protótipo deve convencer, foque nisso.

Caso não saiba por onde começar, aqui vão algumas ideias:

 

  • Se for um aplicativo, site, software etc - recorra ao Keynote, Powerpoint ou Squarespace;
  • Se for um serviço (tratamento médico, suporte ao cliente, consultoria etc.) - simule um roteiro e transforme os integrantes da equipe em atores;
  • Se for um objeto - tente modificar um objeto existente, você também pode fazer uso de uma impressora 3D.

 

À primeira vista, pode parecer uma atividade intimidadora, mas se criar uma equipe diversificada, todo o conhecimento necessário estará disponível na sala.

Aliás, ao finalizar seu protótipo, não se surpreenda se tiver vontade de criar o próximo.

 

Finalizando a sprint: Sexta-feira

 

Esse é o dia de entrevistar clientes e aprender observando suas reações ao protótipo. Você pode estar se perguntando quantas pessoas deve entrevistar. Segundo os autores, cinco pessoas são o suficiente para identificar os padrões.

Encaixe cinco pessoas no seu horário ao longo do dia. Não se esqueça de marcar reuniões, entre cada entrevista, para discutir os resultados.

Agora, com relação ao conteúdo da entrevista. Separe-a em cinco etapas:

 

  1. Um cumprimento receptivo de boas-vindas. Todos devem se sentir confortáveis;
  2. Faça perguntas de contextualização ao cliente: "Você trabalha em quê?”, “Qual o seu hobbie?”;
  3. Mostre o protótipo;
  4. Tarefas detalhadas para que o cliente reaja ao protótipo. Faça algumas perguntas: “O que você acha?”, “O que é isso?”, “Qual sua funcionalidade?”;
  5. Um rápido debriefing (relatório das informações obtidas) para marcar as impressões gerais do cliente.

 

O que outros autores dizem a respeito?

 

Tim Brown, em “Change By Design”, diz que para criar uma boa história, um “design thinker” deve levar em consideração qual a origem do produto e como o cliente fará uso dele. Vale ressaltar que a história deve envolver o cliente em todas as etapas, até mesmo no início da vida útil do produto.

Por outro lado, temos a obra “A Startup Enxuta”, Eric Ries diz que é preciso saber quais produtos construir e como ganhar dinheiro com eles. E isso não vem sem o contato com o mundo real. Você deve conversar com as pessoas. Dessa forma, entende-las será muito mais fácil.

Em seu livro “Foco”, Daniel Goleman te ensina como o seu cérebro funciona e como dominá-lo de forma a você se doutrinar a focar em metas e escolhas que te levarão ao sucesso pessoal e profissional.

 

Certo, mas como posso aplicar isso na minha vida?

 

Sempre questione o que você sabe. A arte de nos colocarmos em cheque na busca pelo, até então, desconhecido é o que nos leva a ir além da zona de conforto. Então, questione-se:

 

  • “Como podemos fazer mais?”;
  • “Como podemos fazer diferente?”;
  • “Como podemos ir além?”.

 

Distribua post-its e canetas, proponha um desafio, estabeleça uma discussão, enquanto cada um anota questionamentos propositivos, sem preconceitos e sem filtros. A postura da equipe sempre deve ir em direção à melhoria

 

  • “Como a equipe pode construir com mais qualidade?”;
  • “Envolver melhor o cliente?”;
  • “Ser mais eficiente?”;
  • “Agregar mais valor?”;
  • “Ser mais pró-ativa?”;
  • “Obter um resultado melhor?”.

 

A técnica sprint nos induz a iniciar sempre nos questionando ao invés de ter tantas certezas, termos mais dúvidas abertas e menos filtros auto-impostos. O Google a usa para gerar o maior número de questionamentos sobre como podemos fazer melhor, inovar, mudar, resolver e aproveitar.

 

Gostou desse resumo do livro “SPRINT”?

  

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Se quiser se aprofundar mais no assunto, você pode aproveitar e adquirir o livro clicando na imagem abaixo:

 

Livro SPRINT

 

Nota:
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