A Arte da Guerra - Sun Tzu

Descubra como as estratégias milenares do militar chinês Sun Tzu podem ser aplicadas tanto nos seus negócios quanto em sua vida pessoal, auxiliando na solução de conflitos e crescimento profissional.

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Pode parecer curioso, mas “A Arte da Guerra”, um dos mais famosos livros sobre estratégia, foi elaborado há mais de 2500 anos e ainda assim traz ensinamentos relevantes.

Por este motivo, neste resumo de “A Arte da Guerra - Os 13 Capítulos Originais” iremos mostrar como a sabedoria de um dos maiores estrategistas militares chinês, repassada durante séculos, permanece bastante atual e pode ser aplicada no seu dia-a-dia.

Ficou curioso(a)? Então vamos entender mais sobre isso!

 

Sobre o livro “A Arte da Guerra”

 

“A Arte da Guerra” é uma obra milenar, datada de aproximadamente 500 a.C.. Em 1998 recebeu a tradução para português e em 2008 foi adaptada pela editora Jardim dos Livros.

Seu surgimento ocorreu de forma que revolucionou a maneira de guerrear e influencia estrategistas até os dias de hoje, tanto no âmbito militar quanto no empresarial.

Por isso, nos tópicos do resumo, traremos estes conceitos expostos ao longo das 154 páginas do livro, divididas em treze capítulos, sendo possível perceber como eles se refletem no nosso cotidiano.

 

Sobre o autor Sun Tzu

 

Por ser uma obra milenar, poucas informações existem sobre Sun Tzu. Não se sabe com exatidão onde e quando viveu, e alguns estudiosos inclusive questionam sua existência, afirmando que o livro "A Arte da Guerra" foi escrito por diversas pessoas em conjunto.

Porém, considerando que Sun Tzu existiu, sabe-se que foi um grande general chinês, responsável por grandes conquistas e que registrou suas experiências militares neste livro.

 

Esse livro é indicado para quem?

 

Trazendo diversas análises estratégicas, este livro pode ser aplicado tanto na vida pessoal quanto na profissional.

Por isso, ele é indicado para quem busca melhorar suas capacidades e aplicá-las no dia a dia, seja em uma entrevista de emprego, na gestão de um negócio próprio, no gerenciamento de equipes ou até mesmo na criação de estratégias de guerra, seja ela armada ou no marketing.

 

Ideias principais do livro “A Arte da Guerra”

 

Ao longo desse resumo, Sun Tzu nos ensina por meio de suas reflexões:

 

  • A importância do conhecimento e do planejamento;

  • Conhecimento do ambiente e do terreno;

  • Gestão de conflitos;

  • Aplicações práticas das estratégias;

  • Aplicação dos conceitos nos dias de hoje.

 

Feita essa introdução, é hora de passarmos pelas estratégias pelas quais “A Arte da Guerra” ficou conhecido. Está pronto? 

 

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Estabelecendo Planos

 

Essa primeira regra traz como princípio o conhecimento. Um bom general, assim como um bom empreendedor, gerente ou empresário precisa se planejar e, para isso, precisa ter conhecimento.

Este conhecimento é segmentado por Sun Tzu em 5 tópicos. São eles:

 

  1. Lei Moral: É preciso analisar o engajamento da população e do exército com seu soberano. Até que ponto eles estariam dispostos a morrer por ele?;

  2. Céu: Como as questões naturais poderão influenciar no conflito? Deve-se estudar variáveis como as estações do ano e o clima;

  3. Terra: É fundamental entender como o terreno afeta o planejamento do combate, pesquisando sobre fatores como distância e irregularidade do terreno;

  4. Comandante: Quem guia o exército precisa ter virtudes que contribuirão para o sucesso na batalha. Para isso, o autor cita: Sabedoria, sinceridade, benevolência, coragem e rigor;

  5. Método e Disciplina: Um exército precisa ser bem organizado para que possa alcançar seus objetivos, sendo subdividido corretamente e tendo suas necessidades atendidas.

 

Com estes princípios em mãos, o primeiro passo é conhecer as suas características e de seu exército e depois conhecer seus oponentes.

Desse modo, poderá ser realizada uma comparação entre ambos e, fazendo essa análise, Sun Tzu dizia ser possível prever quem sairia vitorioso, pois ter informações permitiria ao estrategista traçar melhores estratégias.

 

Em Combate

 

O capítulo nos traz as consequências econômicas e financeiras dos conflitos. Ir à guerra é sinônimo de gastos. Seja com equipamentos, armas ou alimentação de soldados, ter estes gastos sob controle é fundamental para que não ocorram problemas econômicos e financeiros decorrentes dessas batalhas.

Assim como ter o controle, estar atento ao decorrer da batalha é importante. Longos conflitos trazem apenas prejuízos, por isso, cabe ao general visar apenas a vitória de forma rápida e objetiva, aproveitando-se dos espólios da guerra.

 

Ataque por Estratagema

 

Como líder, você precisa saber como evitar a batalha.

Assim como na fase de planejar, conhecer a si mesmo e conhecer seus inimigos permitirá identificar o melhor curso de ação e, com a calma e cautela de um líder habilidoso, atacar no ponto mais fraco da estratégia do oponente, permitindo o domínio das forças opositoras.

Sun Tzu diz que “o melhor líder é o que domina um adversário sem batalhar”, apenas por meio de estratagemas e entendendo que existem cinco fatores essenciais para a vitória:

 

  1. Saber quando lutar;

  2. Saber como manipular forças;

  3. Engajar do exército;

  4. Estar preparado;

  5. Não sofrer interferência do soberano, pois este não entende das táticas militares.

 

Disposições Táticas

 

O grande responsável pela derrota de um exército é ele próprio. É possível que saibamos como derrotar um inimigo, porém, a oportunidade de derrotá-lo será oferecida a partir de um erro dele. Por isso, seu exército deve evitar cometer erros e dar abertura para a derrota e sempre aproveitar os erros dos oponentes.

Cada passo deve ser meticulosamente pensado e realizado de forma segura, ou seja, antes de partir com um exército para uma determinada região, saiba se a vitória é certa e se seu ponto atual está bem consolidado e não ataque caso não tenha essas certezas.

Sun Tzu destaca:

 

A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota.

 

Energia

 

Aliada ao planejamento, Sun Tzu nos traz a energia. Segundo ele, o conceito de energia, neste caso, pode ser comparado às cores, pois existem cinco cores primárias (vermelho, azul, amarelo, preto e branco), mas a junção dessas cores pode proporcionar combinações que jamais imaginaríamos.

O mesmo acontece com os modos de ataque, que pode ser direto (a batalha em si) ou pode ser indireto (as manobras realizadas). A junção destes modos de ataque gera combinações distintas que são formadas de acordo com a imaginação e criatividade do general e cada método será adequado para a realidade vivida.

Logo, saiba equilibrar as estratégias e entenda o momento de agir direta ou indiretamente.

 

Pontos Fortes e Fracos

 

Seu exército, assim como seu inimigo, terá pontos fortes e fracos. Deve-se, então, conhecer suas características e saber como otimizar seus pontos fortes e corrigir seus pontos fracos.

Por exemplo, sem planejamento, áreas do exército podem ficar desprotegidas e esses pontos precisam ser melhorados. Conhecer a área da batalha é uma questão positiva e pode contribuir para a vitória.

É fundamental que o general elabore táticas que permitam o destaque dos pontos positivos e proteção dos negativos.

 

Manobras

 

Como general e responsável pelo exército, é preciso que você entenda sobre a movimentação e a comunicação do exército durante a batalha. 

Para isso, saiba o tamanho do seu exército e o caminho que será seguido. Estude a necessidade dos seus soldados e descubra a melhor forma e o melhor momento de realizar essa movimentação e também o melhor meio de otimizar a comunicação, permitindo que a mensagem chegue a todos.

 

Variações nas Táticas

 

Cada situação demanda uma resposta específica. Por isso, “A Arte da Guerra” nos mostra que cabe ao general do exército se adaptar ao cenário enfrentado, analisando vantagens e desvantagens e tomando a melhor decisão. Dito isso, saiba estudar e adaptar-se às situações vivenciadas.

Mas não improvise totalmente, nem aja por ignorância. O entendimento prévio das circunstâncias contribui para a adequação às mesmas, sabendo quais estradas podem ou não ser seguidas e quais vilas podem ou não ser atacadas.

 

Exército em Marcha

 

Neste capítulo, Sun Tzu nos mostra a reflexão de que você, como general do seu exército, precisa entender como se movimentar, conhecer o ambiente e interpretar os sinais dados pelos exércitos.

Os caminhos percorridos irão influenciar no resultado final, assim como o exército demonstrará sinais de que está esgotado fisicamente, e cabe ao líder estar atento para corrigir estes aspectos.

 

Terreno

 

Um exército não deve entrar no desconhecido. Conheça seu campo de batalha.

Os diferentes locais onde os conflitos ocorrem são importantes na formulação de estratégias. Assim como o líder precisa conhecer seu caminho, ele precisa saber onde está pisando.

Travar guerras em lugares desconhecidos faz com que o exército não atue da melhor maneira, dando brechas para a derrota. E saber como dispor o exército em diferentes tipos de terreno fará com que a vitória esteja mais próxima.

O conhecimento do inimigo surge novamente como um ponto importante, pois, como diz o autor, saber apenas sobre a suficiência do seu exército e não saber sobre o seu inimigo será apenas meio caminho para a vitória.

 

As Nove Situações

 

Como líder, é preciso entender que cada situação demanda ações diferentes.

Devem-se definir estratégias de forma que a situação seja favorável ao seu exército e colabore para que o exército inimigo seja subjugado. Por exemplo, quando há uma penetração em território hostil, há a caracterização de território fácil, e por isso, seu exército não deve parar e deve focar em continuar a invasão.

Porém, relembrando o capítulo “Manobras”, cada situação deve ser avaliada e ter uma resposta condizente com o cenário enfrentado. Por isso, o papel do líder como condutor das estratégias é fundamental.

 

Ataque com Fogo

 

Um dos artifícios para a guerra é a utilização do fogo para atacar e desestabilizar o inimigo. E ele deve ser utilizado da melhor maneira para afetar o exército e os recursos destes inimigos. Porém, usar o fogo requer prudência, e diferentes variáveis devem ser avaliadas como a direção do vento e o momento certo para o estopim.

O fogo era a melhor arma na época em que Sun Tzu formulou suas ideias. Então, você deve definir qual a sua melhor arma e quais as melhores formas de utilizá-la, trazendo os melhores resultados para seu exército e contribuindo para a vitória.

 

Uso de Espiões

 

A importância da informação é constantemente tratada pelo autor, assim como a relevância de ter esse conhecimento de forma antecipada, promovendo uma vantagem competitiva para seu exército. Então, busque informações privilegiadas.

Entretanto, para obter estas informações, o uso de espiões é essencial. Por meio deles é possível entender as táticas do inimigo e traçar novas estratégias para superá-las.

 

O que outros autores dizem a respeito?

 

No livro “Sonho Grande”, Cristiane Correa complementa a ideia do planejamento estratégico pessoal e ressalta a importância de manter um processo de melhoria contínua para alcançar seus objetivos. Suas ideias foram inspiradas nas visões dos empreendedores mais ricos do Brasil.

Na obra “Foco”, Daniel Goleman argumenta que a prática somente te aproxima da perfeição se for feita de forma inteligente, isto é, se a pessoa que está praticando usa esse tempo para fazer ajustes e melhorias. Quanta atenção você emprega durante a prática é crucial.

Por fim, o livro “A Estratégia do Oceano Azul” traz um novo conceito em estratégia para a obtenção de destaque no mercado. Essa inovação se baseia em explorar oportunidades de mercado nos quais ainda não existem concorrentes, denominadas pelo autor de “oceanos azuis”.

 

Certo, mas como posso aplicar isso na minha vida?

 

A grande maioria dos ensinamentos compartilhados são aplicáveis no mundo dos negócios atual. Você, como líder da sua empresa, reflete o papel de general e estrategista. O primeiro e principal passo é o conhecimento.

Então, extraímos estas lições:

 

  • Conheça sua empresa, seu produto, seu time de colaboradores (eles são o seu exército) e seus concorrentes (o exército inimigo);

  • Entenda sobre o mercado e os caminhos a serem tomados, visando otimizar sua participação e maximizar o lucro;

  • Estude bem os próximos passos a serem dados. Busque novos mercados apenas quando estiver consolidado no mercado atual;

  • Defina o seu “fogo”. Defina qual é sua melhor arma e quais as melhores maneiras de aproveitá-la;

  • Adeque-se! Avalie como o mercado está funcionando e veja como sua empresa pode se adaptar a ele.

 

Esses são apenas alguns dos aprendizados que podemos aplicar na nossa vida. “A Arte da Guerra” nos oferece uma ampla gama de ensinamentos que sempre poderão ser inseridos no cotidiano. Para isso, só é preciso colocar em prática!

 

Gostou desse resumo do livro “A Arte da Guerra”?

 

Lembre-se que, para traçar estratégias é preciso conhecimento, e você já deu o primeiro passo!

Então, mãos à obra! Lembrando que seu feedback é sempre muito importante!

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