Nesteresumo do livro “Faça Como Warren Buffett” você vai ficar por dentro da vida de um dos maiores empresários do mundo e, consequentemente, conhecerá algumas de suas estratégias para o sucesso!
Warren Buffett é um dos investidores mais famosos. Em uma pesquisa rápida no Google, nós descobrimos que o seu patrimônio líquido estimado esteja na casa dos 117,7 bilhões de dólares.
Ele não deve ter chegado onde chegou à toa, sem basear-se em estratégias e princípios específicos. Não seria um tesouro conhecer seus segredos? É isso o que vamos aprender no resumo de hoje!
“Faça Como Warren Buffett”, lançado em 2010, foi escrito pelos autores Mary Buffett e David Clark. A obra foi considerada um best seller, assim como todas as sete obras da autora.
A versão em português do livro foi publicada pela Editora Lua de Papel e conta com mais de 100 páginas divididas em capítulos curtos que prometem abrir as cortinas que escondem os métodos administrativos de Warren Buffett.
Autora de best sellers, palestrante internacional, empreendedora e ativista política e do meio-ambiente — esses são os impressionantes títulos do currículo de Mary Buffett. Ela também aparece regularmente na televisão como uma das principais especialistas em finanças da América.
Com Mary, David Clark escreveu sete livros sobre os métodos de investimento de Warren Buffett. Considerado um especialista renomado sobre o tema, ele cresceu com os filhos de Warren. Clark possui diplomas universitários nas áreas de Finanças e Direito.
Investidores, líderes e empreendedores que desejam conhecer e aplicar os princípios e métodos de gestão de um dos homens mais ricos do mundo.
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“Trabalhar no ramo de atividade certo faz toda a diferença entre uma carreira bem-sucedida e bem remunerada ou uma vida de escravidão. Também pode significar a diferença entre um excelente investimento a longo prazo e outro inútil.”
O tipo de empresa que Warren Buffett quer ter é aquela dotada de uma economia comercial inerente tão grande que mesmo os administradores ruins parecem ser competentes quando trabalham para ela. Mas como identificar esse tipo de empresa?
Segundo o livro, a empresa ideal fornece um único produto ou serviço que nunca precisa mudar ou que permite cobrar preços altos. Ou ainda um produto ou serviço a baixo custo, mas que é sempre necessário ao consumidor. Assim, ela rende altas margens de lucro.
A empresa ideal também detém o monopólio do mercado: além de seus produtos e serviços nunca mudarem, eles são fáceis de vender e estão na mente do consumidor.
Ela ainda é dona de uma vantagem competitiva duradoura e oferece as melhores oportunidades de crescimento na carreira, estabilidade de emprego e enriquecimento a longo prazo.
Além de observar tais características, existem três testes que o livro indica para identificar qual a melhor empresa para se trabalhar. São eles:
Empresas com excelente economia a longo prazo têm margens consistentemente maiores do que as que não têm.
Para Warren Buffett, administrar uma empresa e fazer com que ela cresça envolve dominar a arte de delegar autoridade. Controlar tudo e todos, o que o livro chama de “microadministrar”, leva à negligência. Já delegar resulta em uma compreensão mais completa e uma execução cuidadosa da tarefa.
Warren Buffett acredita ser loucura achar que é possível fazer uma gestão competente de várias empresas por conta própria, tanto que ele não delega apenas funções, como delega todo o trabalho, quase ao ponto de abdicar.
Dessa forma, os autores passam as regras de Warren Buffett para delegar de forma eficaz:
O livro também aconselha a contratar pessoas que amem desempenhar o que foram contratadas para fazer, pois terão orgulho de seu trabalho, servirão de inspiração para os colegas e serão a potência por trás da empresa.
Delegar envolve contratar um administrador para tomar conta da empresa que acabou de ser adquirida. Mas, não pode ser qualquer pessoa, ela precisa ter determinadas características.
Para Warren, o administrador ideal acredita no produto ou serviço da empresa, ama o trabalho, acorda e vai dormir pensando na empresa. Além disso, é alguém que é sincero sobre seus erros e, assim, tem mais chances de aprender com eles.
Da mesma forma, ele é um funcionário disciplinado desde os pequenos detalhes e foca mais no trabalho de fortalecer e tornar a empresa viável a longo prazo e menos nos altos e baixos econômicos em curto prazo.
Além disso, o administrador ideal é um bom investidor, que tem consciência de custo, ao mesmo tempo em que, preferencialmente, é alguém familiarizado com a empresa.
Se isso não for possível, o ideal é arranjar alguém com quem você já tenha trabalhado antes e que tenha um currículo comprovado. Caso nem isso funcione, o jeito é recorrer a um nome que seja fruto de indicações de pessoas de confiança.
Mas como saber se alguém ama o que faz?
A paixão pelo trabalho é uma característica crucial que Warren Buffett busca em seus administradores. Seu truque para tentar identificar isso é descobrir o que levou a pessoa a começar no negócio em questão.
Para ele, um amor desde cedo pelo trabalho realizado gera um futuro de sucesso na profissão. Warren se importa mais com o que o administrador fez de empreendimento quando era criança do que com o que ele cursou na faculdade.
Se por um lado Warren prega a prática de delegar quase ao ponto de abdicar, por outro, ele defende que é necessário motivar os seus funcionários, de modo que eles atinjam níveis excepcionais de desempenho. Segue o tutorial:
Ao conhecer um funcionário em potencial, seja amigável para causar uma boa impressão. Uma vez que ele já estiver contratado, elogie: toda pessoa precisa ser reconhecida. Warren elogia seus funcionários nas pequenas coisas e solta rojões quando eles fazem algo grande.
Dê aos funcionários uma boa reputação pela qual eles devem zelar e não distribua críticas de graça. Para Warren, elas não produzem mudanças contínuas e matam as chances de ter um relacionamento de trabalho produtivo.
Ele também ensina a dar ordens indiretas, fazendo sugestões. Isso pode se dar por meio de perguntas, que funcionam como um empurrãozinho na direção certa, especialmente quando o funcionário não chega ao objetivo pensando por conta própria.
Outra dica é aprender a usar bem os elogios e as críticas. Para Warren, esta é a primeira tarefa motivacional de um administrador. Enquanto o elogio é feito pelo nome, a crítica não pode ser direta.
Quando não concordar com a proposta de alguém, Warren aconselha, que de forma sutil seja contada uma história de quando uma ideia similar não deu certo com outra pessoa, deixando que o funcionário tire a própria conclusão.
Porém, nos casos em que a crítica pessoal for inevitável, elogie antes de criticar. Uma crítica isolada é rejeitada, já uma crítica junto do elogio traz confiança para que a crítica seja ouvida e acatada.
Se um erro acontecer, tente entender o que ocorreu e o motivo que levou ao equívoco, observando os funcionários e colocando-se no lugar deles. Outra dica de ouro é não discutir, mas concordar para ganhar confiança e, então, fazer com que a pessoa realmente ouça o que você tem para dizer.
Também vale a pena descobrir o que o funcionário ou dono da empresa que você deseja comprar quer ou necessita.
Influenciar e inspirar ainda envolve encorajar as pessoas a terem as ideias certas: não entregue ideias prontas, deixe que elas criem seus próprios padrões e objetivos para que cheguem até essas ideias.
Quando se quer que alguém faça algo é melhor apelar para a sua grandeza do que para a consciência, defende Warren Buffett. O livro diz que:
“Apelar para a consciência de uma pessoa significa incitar subliminarmente sua noção do que está certo ou errado. Isso provoca um sentimento de culpa. Tendemos a rejeitar quem nos faça sentir culpados.”
Por outro lado, apelar para a grandeza ou reputação de uma pessoa, elogiando-a e valorizando-a, fará com que ela queira manter ou elevar o nível, explica a obra.
Ninguém chega ao nível de um dos investidores mais famosos do mundo sem aprender muitas lições valiosas. Assim, vale a pena conhecer algumas das que foram aprendidas por Warren Buffett ao longo da sua jornada, conforme apresentado nos trechos finais do livro.
Por melhor administrada que uma empresa seja, ela não consegue ficar longe de problemas se sofrer com um excesso de financiamentos.
Mary Buffett e David Clark ensinam que o perigo dos empréstimos está ligado às recessões. Nelas, a renda da empresa pode cair demais, ao ponto de não ter recursos para pagar a dívida. Provavelmente, isso resultará na queima de seus ativos; ou pior, na abertura de falência.
A dica contra os empréstimos não vale só para os empresários: Warren aconselha ficar longe das dívidas o máximo que puder. Mesmo sendo tão rico, ele crê que iria à falência se tomasse dinheiro emprestado a 18% ou 20%.
Citando Benjamin Graham, Warren diz que boas ideias podem complicar a vida mais do que as ruins. Enquanto as ideias ruins nascem mortas e dificilmente são aceitas, as boas seguem em frente, mas podem trazer consigo perigos que geram resultados econômicos desastrosos.
Assim, outro conselho do livro é sempre prestar atenção no perigo potencial que uma ideia pode carregar.
O mundo não é perfeito e mesmo o dono honesto de uma empresa pode se deparar com funcionários que agem fora da lei. Em casos como este, o livro é enfático: a saída é chamar a polícia, já que não denunciar te tornará um cúmplice.
Mesmo o grande investidor Warren Buffett admite que comete erros. Se não dá para evitá-los, a saída é certificar-se que os sucessos superem os erros. Caso contrário, teremos problemas.
Warren não deixa que os seus erros se tornem uma obsessão: ele admite-os, mas não se mortifica e procura aprender as lições que os seus equívocos podem ensinar. Isso inclui aqueles que ocorrem através de oportunidades perdidas, os chamados “erros por omissão”.
O livro “Faça Como Warren Buffett” adverte:
“O que há de errado em se cercar de pessoas que concordam com tudo o que você diz? Nada, até o desastre que poderia ter sido evitado cair no seu colo e a diretoria pedir sua demissão.”
O antídoto de Warren Buffett contra o mal da bajulação é cercar-se do maior número possível de pessoas que são capazes de discordar.
Não é vergonha não ter uma ideia original e recorrer àquelas já comprovadas, de outros empresários. Para Warren, essas são as melhores e as chances de darem errado são quase nulas. De acordo com o livro:
“Observando empresas bem-sucedidas, podemos conseguir dezenas de grandes ideias de como fazer algo do modo certo; observando empresas falidas, aprendemos como é fácil cometer um erro.”
Warren crê que uma pessoa se torna como àquelas que o cercam. A lição aqui é estar na companhia de pessoas de alto nível, como mentores mais velhos e sábios, sócios que se comportam melhor que você e pessoas inteligentes e educadas.
Para Warren, cada pessoa é como uma empresa com infinito potencial de ganho, cujo maior ativo é a própria pessoa. Ele defende que essa “empresa” cresce e agrega potencial de ganho com estudo e experiência e se mantém no topo com energia e força para se superar em seu campo de atuação.
Prezar por essa “empresa” ainda envolve cuidar bem da saúde, melhorar o potencial de ganho e protegê-lo de problemas, destaca o livro.
Em “Traction”, Gino Wickman explora como os empreendedores de sucesso possuem uma visão atrativa e bem definida para o seu negócio. Além disso, eles sabem como comunicar essa mensagem aos colaboradores.
No campo das ideias, Ed Catmull, autor do livro “Criatividade S.A.”, aconselha: sempre dê maior preferência às pessoas do que às ideias, pois pessoas criativas criam boas ideias, mas boas ideias podem ser destruídas por equipes ruins.
Por fim, em “A História da Airbnb”, a autora Leigh Gallagher cita os fundadores da empresa como exemplos de empreendedores, pois eles se encorajam a melhorar e inovar. E a postura dos fundadores reflete no comportamento de todos os colaboradores da Airbnb, assim como cada empreendedor para sua empresa.
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